Nós, alagoanos da cidade de Maceió, viemos a público reivindicar dos poderes, estadual e municipal, a maior atenção ao Carnaval de Rua da cidade de Maceió. O Carnaval é um direito do povo e tem que ser estimulado de forma descentralizada, democratizada e participativa pela implementação de políticas públicas específicas.
É falsa a afirmação de que a cidade não tem tradição carnavalesca. O carnaval é uma das manifestações mais importantes da cultura brasileira, não contribuir com ele é aparta-se das trocas políticas e culturais do país, é reafirmar uma marginalidade construída principalmente pelas elites alagoanas e que não interessa ao povo.
O carnaval tem desdobramentos para além da festa, representando instrumento político de afirmação da cultura popular. É na cultura popular de Alagoas que está representada a identidade alagoana, afirmar que na terra do coco que deu origem ao samba não tem carnaval é tentar esconder a efervescente cultura afro-brasileira que pouco se vê, mas, muito se ouvi em todos os cantos da cidade.
Os sinais das nossas tradições carnavalescas podem facilmente ser verificados na existência de quase uma centena dos grupos de bumba-meu-boi espalhados em todos os bairros da periferia da cidade, como também, a presença de seis escolas de samba que existem desde o início do século passado, as manifestações carnavalescas populares organizadas nas comunidades e o crescimento dos grupos percussivos.
Diante dessa constatação reivindicamos ao governo do estado de Alagoas e da prefeitura de Maceió a maior atenção ao Carnaval de Rua em nossa Capital.
Ass.: Movimento Pela Valorização da Cultural Alagoana
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Bom humor no carnaval - Paripueira vive clima do concurso de carnaval para escolha de sua “Miss Paripueira”
A cidade de Paripueira, localizada no litoral norte de Alagoas, há 27 quilômetros de Maceió, está em polvorosa por causa das inscrições para o “Concurso de Fantasia Miss Paripueira (a Sabiá) - Soltando o Riso” que já teve seus primeiros candidados inscritos e, como esperado, de ambos os sexos. Segundo a Casa da Cultura de Paripueira (ABEVILA) já são 10 inscritos com idades de 16 a 25 anos. Para o estudante Rogério Lins, o importante é "participar da brincadeira, relembrando uma pessoa de quem muito se fala, que é a Miss Paripueira, e se der para ganhar algum prêmio, melhor ainda", explicou. Já para a servidora pública, Analice Oliveira, “A Miss Paripueira já faz parte do foclore alagoano e estou feliz de ver que minha cidade está resgatando sua história através deste concurso”.
O concurso é uma iniciativa do Ponto de Cultura Casa da Cultura de Paripueira (ABEVILA) com o objetivo de homenagear e resgatar a memória de Ambrosina Maria da Conceição, a Miss Paripueira, além de trazer de volta o bom humor e brincadeira ao carnaval da cidade. Falecida em 1998, sua imagem é uma referência para o concurso com todo seu despojamento e com acessórios e alegorias típicos dela, e será realizado no dia 13 de fevereiro, no Paripueira Praia Clube, às 15h, na abertura do carnaval 2010.
Qualquer pessoa, homem ou mulher, com idade mínima de 15 anos, pode participar. Inscrições gratuitas na Casa da Cultura de Paripueira ocorrerão até 10 de fevereiro, às 15h. A premiação constará de vários prêmios, troféus e a faixa de Miss.
No dia do concurso, também terá um grande baile carnavalesco com orquestra de frevo se apresentando no clube e a entrda será gratuita.
REGULAMENTO
1-O objetivo do concurso é homenagear e resgatar a memória de uma das maiores figuras de Paripueira e de Alagoas, além de trazer de volta o bom humor e brincadeira ao carnaval da cidade. O concurso terá a tônica da miss, com todo seu despojamento e com acessórios e alegorias típicos dela.
2-O concurso é destinado a homens e mulheres, com idade mínima de 15 anos.
3-O inscritos no concurso deverão está caracterizados com acessórios e alegorias típicas da MISS PARIPUEIRA (SABIÁ).
4-O concurso será realizado no dia 13 de fevereiro, no Paripueira Praia Clube, às 15h, na abertura do Carnaval 2010.
5-PREMIAÇÃO.
1º LUGAR-Grade de Cerveja + Almoço para 2 pessoas no Restaurante Mar e Cia + Troféu
2º LUGAR-Grade de Cerveja + Almoço para 2 pessoas no Recanto da Gaúcha + Troféu
3º LUGAR-Grade de Cerveja + Troféu
Um pouco de história:
Miss Paripueira – de beata a símbolo de uma
originalidade infinita
Miss Paripueira – de beata a símbolo de uma
originalidade infinita
O Acervo do pesquisador Valter Lima, traz algumas histórias contadas pelo Professor da UFAL, Luciano Padilha:
Nesse cenário de filme de sessão da tarde vivia uma personagem psicodélica “Ambrosina Maria da Conceição”. Ela fazia-se de beata e percorria as ruas do povoado, sobretudo nas praias aos domingos e feriados, conduzia uma bandeja de flores, onde repousava uma imagem de uma santa. Pedia espórtulas para a infindável “novena” que realizava em sua casa, em louvor à santa. Para justificar o pedido das espórtulas e promover a realização da “novena” ela enfeitava o frontispício de sua modesta casa com bandeirolas de papel de seda.
Por onde a beata passava os meninos gritavam: sabiá, sabiá! Então ela enfurecida, reagia com violência procurava atingir os meninos com uma sombrinha, esquecia da santa, que muitas vezes caia da bandeja. Um domingo de carnaval quando ela estava na praia pedindo espórtulas, várias jovens inospitamente perguntaram se ela não queria ser miss. Ela ficou satisfeita com a proposta e respondeu afirmativamente, imediatamente as jovens improvisaram uma fantasia com a faixa de Miss Paripueira e uma coroa, a colocaram em um jipe sem capota que seguia o caminhão da orquestra. Foi aclamada miss durante todo o percurso do corso. E daí por diante, deixou de ser beata e passou a ser Miss Paripueira.
Como entendeu que seria muito assediada pelos seus “admiradores”, dada à condição de Miss, passou a proteger sua virgindade (?) usando várias peças íntimas que se sobrepunham. Apaixonou-se por uma personagem de uma novela Antônio Maria, o qual esperou para casar até o último dia de sua vida. A Miss Paripueira foi eternizada num filme do cineasta alagoano José Márcio Vieira Passos: “Meu Nome É Miss Paripueira” (1978), exibido no IV Festival de Cinema Brasileiro de Penedo. Hoje todos que conheceram a Miss Paripueira abrem um sorriso quando seu nome é lembrado.
A sedução da Miss Paripueira estava nas suas criações ousadas: peruca, longo, bolsa, brincos, colares e sempre óculos escuros enormes. Era um desfile do guarda-roupa que acumulava ao longo do tempo, doado por veranistas alagoanas “chiques”, seus modelitos não eram repetidos, sua originalidade era infinita. Uma estética “naif-fashion”, encantava pela extravagância. Foi durante anos personagem dos verões alagoanos do Litoral Norte.
Concurso de Fantasia Miss Paripueira (a Sabiá) Soltando o Riso, dia 13 de fevereiro, na abertura oficial do Carnaval.
Uma realização da Casa da Cultura de Paripueira (Abevila) com apoio da Prefeitura Municipal.
Informações: (82) 9311-4664
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
MinC tem R$ 800 milhões para distribuir
Enquanto aguarda mudança da Lei Rouanet, ministério prepara o lançamento de prêmios culturais para o mês de abril
Se promessa for cumprida, recursos públicos vão se equiparar ao dinheiro movimentado pela renúncia fiscal em 2009
Não é primeira vez que o Ministério da Cultura (MinC) comemora um orçamento recorde. Mas, se nenhuma peça mudar de lugar, em 2010 a pasta que entrou na era Lula sob a batuta de Gilberto Gil, em 2003, será rica como nunca foi. Dos R$ 1,3 bilhão em 2009, houve um salto para R$ 2,2 bilhões. “É o maior crescimento proporcional que tivemos”, diz Alfredo Manevy, ministro interino.
A grande virada é que, desse bolo, R$ 800 milhões terão como destino o Fundo Nacional de Cultura (FNC) que, até aqui, era mera figura jurídica. “São esses R$ 800 milhões que justificam a reforma da Rouanet, já que a renúncia deixa de ser o único guichê”, diz Manevy. “Terá início um novo modelo, baseado nos fundos setoriais.”
Haverá programas e editais para áreas como cidadania e diversidade, Livro e Leitura, artes cênicas, música e artes visuais. O primeiro pacote de prêmios e bolsas tem lançamento previsto para abril. Outros dois se seguirão. A análise dos projetos ficará a cargo de uma rede de pareceristas composta por mais de 500 especialistas.
Manevy esclarece que o fundo dará preferência a quem tem mais dificuldade para bater à porta das empresas em busca de patrocínio. Mas ressalta: os critérios não incluem o verbete “consagrado”. “Um artista conhecido que faça experimentação também pode ter dificuldades. Será levado em conta o interesse público.”
Os editais contemplarão, por exemplo, projetos de formação e aquisição de acervo e de reforma ou construção de espaços cênicos. O FNC deve incorporar também prêmios feitos em parceria com a Petrobras, como o Klauss Vianna, de dança, e o Myriam Muniz, de Teatro.
Dinheiro real?
Um dos grandes fantasmas, quando se fala em orçamento direto, atende por um nome longo: contingenciamento. Trata-se de procedimento corriqueiro no governo. Ajuste aqui, ajuste ali, e parte do dinheiro acaba não sendo liberado. “Como o próprio nome diz, é uma contingência”, diz o secretário José Luiz Herência.
Contingência, segundo o “Aurélio”: “incerteza sobre se uma coisa acontecerá ou não”. “Mas tentaremos empregar esses recursos imediatamente”, afirma Herência.
O setor cultural tem, no entanto, um quê de gato escaldado. “Todo ano se anuncia orçamento recorde. Mas, em 2009, o MinC foi a pasta que teve o segundo maior contingenciamento, só atrás do Ministério da Pesca”, lembra o produtor Paulo Pélico.
“O fundo é, desde sempre, a nossa batalha. Apesar das promessas, ainda não temos segurança nem de que o dinheiro sairá nem de que nossas reivindicações serão atendidas, até porque nenhum documento veio a público”, diz Ney Piacentini, um dos líderes do movimento de grupos teatrais de São Paulo.
Quem está do outro lado do palco, aquele ocupado por produções tidas como viáveis comercialmente, tem outras ponderações. “O problema dos fundos é sempre a comissão. E esse ministério adora comissões”, diz o ator Juca de Oliveira. “Tenho sempre receio do guichê único”, diz Pélico. “Mas o fundo resolve um problema básico, que era termos o Parque Nacional Serra da Capivara [no Piauí] e o Cirque du Soleil disputando o mesmo dinheiro.”
Enquanto o fundo ganha forma, vê-se uma diminuição de recursos da renúncia fiscal. Alguns produtores atribuem a queda à insegurança dos patrocinadores ante as mudanças da Lei Rouanet.
Mas houve também a crise. “A renúncia é baseada no imposto a pagar, e havia uma perspectiva de que 2009 seria um ano economicamente difícil.
Algumas empresas preferiram ficar com o dinheiro em caixa”, diz Fernando Rossetti, secretário-geral do Grupo de Institutos Fundações e Empresas, que reúne os maiores patrocinadores. “Embora houvesse a expectativa da mudança da lei, acho que a retração se deve mais à crise.”
Fonte: Publicado por Comunicação Social/MinC
Folha de S. Paulo - SP, Ana Paula Sousa, em 22/01/2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Complexo Cultural Teatro Deodoro - Governo de Alagoas firma convênio com Ministério da Cultura para construção de espaço anexo ao Teatro Deodoro
Mesmo fechado para reformas, o Teatro Deodoro não para. Segundo a Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (DITEAL), além dos projetos realizados no Teatro de Arena, que retornarão em maio, além da programação para os 100 anos que será divulgada em breve, outro grande empreendimento deste centenário palco de Alagoas será a construção do Complexo Cultural Teatro Deodoro, que no último dia 06, deu um grande passo, com a assinatura e publicação no Diário Oficial da União do Convênio Siconv nº 723573/2009 – MINC/FNC/DITEAl/Governo do Estado de Alagoas, que teve como objeto a cooperação e colaboração recíproca das partes, na implementação da 1ª etapa do Projeto “Construção do Complexo Cultural Teatro Deodoro”.
- Construção da 1ª Etapa =Total = R$ 1.895.134,15
- Repasse do Ministério da Cultura: R$ 1.493.579,68 (desembolso em única parcela)
- Contrapartida do Governo do Estado/AL: R$ 401.554,47 (desembolso em 2 parcelas)
O Governo do Estado já detém o Termo de Imissão de Posse do terreno localizado ao lado do Teatro de Arena (anexo ao Teatro Deodoro), onde funcionava um estacionamento onde será construído o Complexo Cultural Teatro Deodoro, que ficará sob responsabilidade da Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (DITEAL) que informa que o complexo abrigará espaços estratégicos – para acomodar os Corpos permanentes da Orquestra de Câmara (41 músicos), de Baile (12 bailarinos) e da Cia. de Teatro (06 atores); Cursos/Oficinas de Artes, dentre outras ações de expressão artística e de qualificação profissional para a área de cultura; a Galeria de Arte Miguel Torres; acervos; além das instalações do quadro funcional técnico e administrativo da Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas /DITEAL –, com o firme propósito de impulsionar a cultura das artes, bem como ampliar a democratização do consumo e da produção artístico-cultural para a comunidade alagoana, principalmente a de maior vulnerabilidade sócio-econômica.
A criação desses espaços impulsionará o cenário de nossas artes, colaborando com toda a cadeia produtiva do mercado cultural em Alagoas.
O apelo maior desse empreendimento é, além de incentivar o estudo, a pesquisa e a formação continuada de jovens talentos, possibilitar a cultura das artes, ampliando o acesso e o consumo às criações culturais, pela população alagoana, especificamente a de menor poder aquisitivo.
Além do aprimoramento como profissionais, os corpos permanentes do Teatro Deodoro/Estado de Alagoas (músicos, bailarinos e atores), atuarão como multiplicadores, ultrapassando os muros da instituição, indo às parcerias, interagindo via realização de cursos livres, apresentações artísticas, assim como incentivando às produções culturais em escolas, associações etc, possibilitando a realização de cursos/oficinas de Cenotécnica, Cenografia, Iluminação, Sonorização, Figurinos e Adereços, dentre outros, visando solidificar o mercado cultural local, a partir da qualificação de profissionais para integrar a cadeia produtiva local. Hoje, por exemplo, o Teatro Deodoro já precisa de profissionais para trabalhar na área técnica, já que vários técnicos já estão para se aposentarem e há dificuldade de encontrar mão-de-obra qualificada para substituí-los.
O Complexo Cultural Teatro Deodoro também viabiliza a instalação da Galeria de Artes Miguel Torres, ampliando o espaço para as exposições artísticas, nas suas mais diversas linguagens, bem como acervos de artes plásticas, partituras, dentre outros, conforme a trajetória produtiva dos corpos permanentes.
Segundo o Diretor-Presidente da DITEAL, Juarez Gomes de Barros, a construção do complexo ocorrerá em paralelo às comemorações dos 100 anos do Teatro Deodoro: “Esse é um dos maiores investimentos, senão, o maior, na área cultural em Alagoas, que só está se tornando possível graças a visão empreendedora do Governador Teotõnio Vilela Filho, que entendeu a importância desse projeto, não só por causa do centenário do Teatro Deodoro, mas para a vida cultural do Estado. Em outubro de 2008 esse projeto do Complexo foi entregue ao Ministro da Cultura, Juca Ferreira, que junto com sua equipe o elogiou muito pela sua riqueza de detalhes técnicos e conceituais.”, finalizou.
Programa de Especialização em Patrimônio – PEP 2010
Até o dia 4 de março, estão abertas as inscrições para o 5º Edital de Seleção do Programa de Especialização em Patrimônio (PEP) para selecionar candidatos à turma 2010. Este Programa de bolsas destina-se a profissionais recém-graduados em diversas áreas do conhecimento, para sua especialização no campo da preservação do patrimônio cultural.
Os selecionados receberão bolsas de estudos durante 12 meses, renovável por igual período. Para efeitos deste Edital, são considerados recém-graduados os candidatos com no máximo cinco anos de formados, tendo concluído o curso superior em agosto de 2005 ou nos anos seguintes.
A especialização no campo da preservação do Patrimônio Cultural se dará durante 24 meses, por meio da participação supervisionada por técnicos do IPHAN nas atividades cotidianas da Instituição, do desenvolvimento de pesquisas, de estudos de casos e de projetos, assim como pela presença em aulas, oficinas nacionais, seminários e visitas técnicas. Clique aqui para acessar o edital completo.
Para mais informações e inscrições acesse o site do IPHAN http://portal.iphan.gov.br/portal/montarPaginaInicial.do;jsessionid=EC32940593EC079888DF5459BF363222
Os selecionados receberão bolsas de estudos durante 12 meses, renovável por igual período. Para efeitos deste Edital, são considerados recém-graduados os candidatos com no máximo cinco anos de formados, tendo concluído o curso superior em agosto de 2005 ou nos anos seguintes.
A especialização no campo da preservação do Patrimônio Cultural se dará durante 24 meses, por meio da participação supervisionada por técnicos do IPHAN nas atividades cotidianas da Instituição, do desenvolvimento de pesquisas, de estudos de casos e de projetos, assim como pela presença em aulas, oficinas nacionais, seminários e visitas técnicas. Clique aqui para acessar o edital completo.
Para mais informações e inscrições acesse o site do IPHAN http://portal.iphan.gov.br/portal/montarPaginaInicial.do;jsessionid=EC32940593EC079888DF5459BF363222
Teatro Deodoro - reforma segue e cronograma para reabertura é mantido
Os serviços no telhado já estão sendo concluídos ainda neste mês e só vem reforçar a previsão de reabertura do Teatro Deodoro ainda neste semestre, após quase três anos, nesta que já é tida como a maior e mais completa reforma já sofrida pelo centenário palco oficial do Estado de Alagoas. “Estamos fazendo um trabalho que é mais do que uma reforma, e sim uma grande restauração, onde a cores originais serão restabelecidas após um longo trabalho de prospecção”, esclarece Juarez Gomes de Barros, Diretor-Presidente da Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (DITEAL).
O teatro não para
Em 2009, o projeto Quarta no Arena apresentou 16 espetáculos teatrais selecionados, totalizando 32 apresentações, semanais, já que cada espetáculo foi encenado por duas semanas consecutivas. Foram 13 grupos que se apresentaram já que três deles tiveram dois espetáculos apresentados, cada. Este foi o quinto ano do projeto Quarta no Arena e teve um público total de aproximadamente 5500 pessoas.
“Estamos felizes com essa quinta edição do projeto, pois além de termos tido um grande público presente, tivemos várias estreias e a participação de vários grupos de teatro do interior do Estado, o que só enriquece o projeto”, explicou Alexandre Holanda, Diretor Artístico da Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas (DITEAL), realizadora do “Quarta”.
Além do “Quarta” outro projeto “Instrumental no Arena” levou mais de 1500 pessoas nos 08 espetáculos de música instrumental. Os dois projetos estão garantidos na grade deste ano, bem como o Espaço Cultural Café da Linda, dedicado às artes visuais e que levou cerca de 2000 pessoas nas sete exposições realizadas em 2009.
“Precisamos que o público alagoano esteja preparado para uma grande festa repleta de produções locais de teatro. Nós, da equipe do Teatro Deodoro, faremos a nossa parte, esperamos que os artistas e os outros teatros de Alagoas também o façam, pois nesse ano em que o Teatro Deodoro comemora 100 anos, estamos fazendo de tudo para que o teatro alagoano recupere o tempo perdido com esse período em que permanecemos fechados, pois estaremos com o Teatro de Arena e o Deodoro em pleno funcionamento, para isso já estamos providenciando para que o “Arena” mantenha suas instalações aptas a oferecer aos artistas seu palco para demais produções”, finalizou Juarez Gomes de Barros, Diretor-Presidente da DITEAL.
O “Quarta” retornará em maio e em seguida virá o “Instrumental”, dentro das comemorações dos 100 anos do Teatro Deodoro, e a partir de maio serão divulgadas as ações e projetos que serão realizados no Teatro Deodoro após sua reabertura, que contará com espetáculos locais de destaque e grandes peças nacionais, marcando a importância deste centenário, além da realização do Encontro dos Teatros Monumentos do Brasil, pela primeira vez em Alagoas.
Ato Público pela Valorização da Cultura Popular em Alagoas
Em defesa do Carnaval em Maceió
1º de fevereiro (segunda-feira)
Praça dos Martírios, às 14h.
PROGRAMAÇÃO:
14h. Roda Aberta de Capoeira
14h30. Hip Hop – Roda de Break
15h. Roda de Coco – Coco de roda
15h30. Encontro de Bumba-meu-boi e brincantes em geral
16h. Reggae com a presença músicos de diversas bandas de Maceió
16h30. Batuque com a presença de membros de diversos grupos de percussão e integrante das baterias das escolas de samba, dos bois e dos cocos de roda.
16h40. Leitura da Carta Carnaval
17h. Rufar dos Tambores – Treme-Terra
Presença dos grupos:
Quintal Cultural; Núcleo Cultural Zona Sul (Mestre Biu)/ Associação dos Folguedos Populares da Zona Sul; Centro Cultural Quilombo dos Palmares; Mirante Cultural; Comunidade Vila Brejal; Comunidade Jardim Alagoas; Liga dos Bois; Liga dos Tambores de Alagoas; Coletivo AfroCaeté; Sururu de Capote; Afrodendê; Grupo Dandara; Menssageiros de Jah; Baldes e Latas (CEPEC); Guerreiros da Vila; Escola de Samba Girassol; Grupo Revoucionarte; Núcleo de desenvolvimento nação imperial; Enseada das Canoas; Grupo Muzenza de Capoeira; Grupo Abadá Capoeira; Abassá de Angola; Ilê Axé de Oxum Pandá; Banda Zé Pequeno; Baque Alagoano; Cia Hip Hop; Conexão swing dance; Coco geração alagoana; Banda de Pife São José; Orquestra de Tambores; Resistência Popular; Banda Raggamuffin; Movimento Hip Hop; Arca da Cultura Alagoana; Grupo Teatral O Albatroz; Grupo Teatral Sol Nascente.
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