Foi publicado nesta segunda-feira, dia 25/10, no Diário Oficial da União, o edital do Prêmio ProCultura de Estímulo ao Circo, Dança e Teatro. O objetivo é aprimorar , desenvolver e consolidar as linguagens de Circo, Dança e Teatro, a partir da ampliação de sua capacidade de produção, difusão, circulação e estruturação.
Realizado pela Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e pela Fundação Nacional de Artes, o Prêmio conta com um investimento total de R$ 22,2 milhões e é voltado para pessoas físicas e jurídicas, com ou sem fins lucrativos. Serão contempladas 197 iniciativas que viabilizem atividades das três áreas nas categorias Produção Artística, Programação de Espaços Cênicos e Substituição de Lona Circense e/ou Acessórios.
Categoria A: Produção Artística – serão premiados 82 projetos de produção artística que promovam a diversidade temática e estética, bem como ações de formação de plateia.
Investimento: R$ 10,8 milhões
Categoria B: Programação de Espaços Cênicos – serão contempladas 47 instituições que administrem espaços cênicos, em atividade ou que necessitem de revitalização, ou de espaços públicos abertos que se caracterizam como sedes públicas.
Investimento: R$ 8,6 milhões
Categoria C: Substituição de Lona Circense e/ou Acessórios – serão selecionados 68 projetos circenses, destinados a circos de lona, itinerantes ou fixos, escolas de circo que, embora sem condições estruturais ideais, mantenham suas atividades.
Investimento: R$2,5 milhões
Os projetos serão avaliados e selecionados por três comissões, uma para cada categoria. As inscrições podem ser feitas até 10/12/2010.
Investimento total: R$ 22,2 milhões para premiação de 197 projetos em três categorias.
As inscrições devem ser feitas pelo Salic Web, até 10/12/2010 (acesse o sistema clicando no banner ao lado)
Leia o Edital: http://blogs.cultura.gov.br/circodancaeteatro/
PRÊMIO PROCULTURA DE PRODUÇÃO ARTÍSTICA
O objetivo principal do prêmio Procultura de produção artística é viabilizar e possibilitar a circulação de montagens de circo, dança e teatro. Ele será distribuído proporcionalmente pelas regiões, o que democratizará tanto o acesso à montagem quanto a circulação em excursões de caráter regional, nacional e internacional.
A ação será promovida pela Funarte e fomentará projetos de montagem e circulação de espetáculos de Circo, Dança e Teatro que podem ser inéditos ou não. Os espetáculos devem promover a diversidade temática e estética e precisam ser propostos por empresas de produção artística que sejam juridicamente constituídas. O valor do edital será de R$ 10,8 milhões e premiará 82 candidatos.
PRÊMIO PROCULTURA DE PROGRAMAÇÃO DE ESPAÇOS CÊNICOS
Com esse prêmio, os espaços cênicos que já existem podem adquirir autonomia financeira para investir na revitalização, no aparelhamento ou na modernização desses espaços, assim como nos equipamentos técnicos de som, luz, vídeo, entre outros. Além disso, o prêmio permitirá que o espaço tenha autonomia na escolha da programação artística, através do patrocínio.
O prêmio Procultura de programação de espaços cênicos fomentará projetos estratégicos que tenham programação anual. Eles deverão ser propostos por espaços cênicos privados ou aqueles que necessitem de revitalização, em todo o território nacional. Também deverão relacionar diferentes atividades, em diferentes linguagens e, preferencialmente, em parceria com outros espaços cênicos de outras cidades ou estados. O valor do edital será de R$ 8,9 milhões e beneficiará 47 vencedores.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Candidatos a Patrimônio Cultural do Brasil
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan mantém sua proposta de ampliar o número de bens culturais protegidos, garantindo o acesso e o envolvimento da sociedade com seu patrimônio histórico. Neste sentido, o Conselho Consultivo Patrimônio do Cultural estará reunido, mais uma vez, nos próximo dias 4 e 5 de novembro, no Rio de Janeiro, para avaliar a proposta de proteção federal para mais seis bens culturais: o registro como patrimônio cultural brasileiro do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro que envolve mais de 22 etnias indígenas do Amazonas, e o Ritual Yaokwa do povo indígena Enawene Nawe, no estado do Mato Grosso. Na pauta estão também o tombamento da paisagem natural de Santa Tereza, no Rio Grande do Sul, do conjunto urbanístico e paisagístico da cidade de São Félix, na Bahia, do Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões, no Amazonas, e do Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial, no Rio de Janeiro
Este ano, o Conselho Consultivo já esteve reunido outras duas vezes. Na primeira, em março, foram aprovados o registro da Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis, em Goiás, e o tombamento da Vila Serra do Navio, no Amapá. Já no mês de junho, os conselheiros aprovaram o tombamento dos Lugares Sagrados dos Povos Indígenas do Alto Xingu, no Mato Grosso, os Bens da Imigração Japonesa, em São Paulo, e o Teatro Oficina, também no estado paulista.
O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural que avalia os processos de tombamento e registro, presidido pelo presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros de instituições como Ministério do Turismo, Instituto dos Arquitetos do Brasil, Sociedade de Arqueologia Brasileira, Ministério da Educação, Sociedade Brasileira de Antropologia e Instituto Brasileiro de Museus – Ibram e da sociedade civil.
Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões – AM
Os mais de 10 quilômetros em que é possível observar as águas escuras e transparentes do Rio Negro correndo ao lado das águas turvas e barrentas do Rio Solimões, no Amazonas, podem se tornar o mais novo bem protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan no norte do país. O Iphan defende a proposta em função da excepcionalidade do fenômeno, considerando seu alto valor paisagístico.
Centro histórico de São Félix – BA
A cidade de São Félix, no Recôncavo Baiano, se estabeleceu no século XVI em função da expansão do porto de Cachoeira, como o ponto de partida da Estrada das Minas, importante rota comercial que seguia para Rio de Contas, na Bahia, e para os estados de Minas Gerais e Goiás. Ainda hoje mantém a trama urbana original praticamente intacta. Também é espaço de manifestações culturais, sobretudo religiosas, da população local e mantém uma interação histórica, urbanística e paisagística com a cidade de Cachoeira, situada na outra margem do Rio Paraguaçu.
Paisagem cultural em Santa Tereza – RS
Localizada às margens do Rio Taquari e do Arroio Marrecão, Santa Tereza conta cerca de 570 moradores que habitam as 250 casas do núcleo urbano. Os outros quase 1,5 mil habitantes moram na área rural. A partir de 1887, os lotes foram distribuídos entre os colonos. Desde essa época a cidade destaca-se pela diversidade e a alta produtividade da agricultura desenvolvida em terras consideradas as mais férteis do estado. Ainda hoje a comunidade tira o sustento da lavoura. Entre os núcleos gaúchos, Santa Tereza é o mais singelo e também o mais íntegro do ponto de vista da ocupação urbana já que mantém quase intactas as características originais do seu traçado.
Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial – RJ
Conhecido como Monumento aos Pracinhas, localizado no Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro, foi construído entre 1957 e 1960 e projetado pelos arquitetos Marcos Konder Netto e Hélio Ribas. O conjunto é integrado por três obras: uma escultura de metal homenageando a força aérea brasileira, outra em granito que homenageia os pracinhas das três armas e um painel de azulejos destacando os combatentes e os civis que morreram em operações navais. Simbolicamente, o Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial, estiliza duas palmeiras amparando mãos que levam até o céu nossos pracinhas mortos em combate, cujos 468 túmulos se localizam no subsolo.
Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro – AM
Ainda hoje no Brasil, um sistema agrícola é capaz de determinar a organização social de etnias e permite, inclusive, um mapeamento das línguas e costumes. Em linhas gerais, esse é o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro, entendido como um conjunto formado por elementos interdependentes, como as plantas cultivadas, os espaços, as redes sociais, a cultura material, os sistemas alimentares, os saberes, as normas e os direitos. O cultivo da mandioca brava (manihot esculenta) é a base desse sistema que reúne os mais de 22 povos indígenas que vivem ao longo do Rio Negro, em um território que abrange os municípios de Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, até a fronteira do Brasil com a Colômbia e a Venezuela.
Ritual Yaokwa do Povo Indígena Enawene Nawe
O Ritual Yaokwa é a mais longa e importante celebração realizada por esse povo indígena, atualmente uma população em torno de 540 indivíduos que vivem em uma única aldeia, na terra Enawene Nawe uma área de 742 mil hectares, homologada e registrada, localizada numa região de transição entre o cerrado e a floresta Amazônica, no estado do Mato Grosso. Com duração de sete meses, este ritual define o início do calendário ecológico-ritual Enawene que abrange as estações seca e chuvosa de um ciclo anual marcado pela realização de mais três rituais: Lerohi, Salomã e Kateokõ. Parte fundamental do Yaokwa ocorre quando os homens saem para a pesca de barragem, construídas com sofisticadas armações que se configuram em elaboradas obras de engenharia, dispostas de uma margem à outra do rio. Este é o ponto alto do ritual que começa em janeiro, com a coleta das matérias-primas para a construção das barragens e com a colheita da mandioca.
Este ano, o Conselho Consultivo já esteve reunido outras duas vezes. Na primeira, em março, foram aprovados o registro da Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis, em Goiás, e o tombamento da Vila Serra do Navio, no Amapá. Já no mês de junho, os conselheiros aprovaram o tombamento dos Lugares Sagrados dos Povos Indígenas do Alto Xingu, no Mato Grosso, os Bens da Imigração Japonesa, em São Paulo, e o Teatro Oficina, também no estado paulista.
O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural que avalia os processos de tombamento e registro, presidido pelo presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros de instituições como Ministério do Turismo, Instituto dos Arquitetos do Brasil, Sociedade de Arqueologia Brasileira, Ministério da Educação, Sociedade Brasileira de Antropologia e Instituto Brasileiro de Museus – Ibram e da sociedade civil.
Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões – AM
Os mais de 10 quilômetros em que é possível observar as águas escuras e transparentes do Rio Negro correndo ao lado das águas turvas e barrentas do Rio Solimões, no Amazonas, podem se tornar o mais novo bem protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan no norte do país. O Iphan defende a proposta em função da excepcionalidade do fenômeno, considerando seu alto valor paisagístico.
Centro histórico de São Félix – BA
A cidade de São Félix, no Recôncavo Baiano, se estabeleceu no século XVI em função da expansão do porto de Cachoeira, como o ponto de partida da Estrada das Minas, importante rota comercial que seguia para Rio de Contas, na Bahia, e para os estados de Minas Gerais e Goiás. Ainda hoje mantém a trama urbana original praticamente intacta. Também é espaço de manifestações culturais, sobretudo religiosas, da população local e mantém uma interação histórica, urbanística e paisagística com a cidade de Cachoeira, situada na outra margem do Rio Paraguaçu.
Paisagem cultural em Santa Tereza – RS
Localizada às margens do Rio Taquari e do Arroio Marrecão, Santa Tereza conta cerca de 570 moradores que habitam as 250 casas do núcleo urbano. Os outros quase 1,5 mil habitantes moram na área rural. A partir de 1887, os lotes foram distribuídos entre os colonos. Desde essa época a cidade destaca-se pela diversidade e a alta produtividade da agricultura desenvolvida em terras consideradas as mais férteis do estado. Ainda hoje a comunidade tira o sustento da lavoura. Entre os núcleos gaúchos, Santa Tereza é o mais singelo e também o mais íntegro do ponto de vista da ocupação urbana já que mantém quase intactas as características originais do seu traçado.
Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial – RJ
Conhecido como Monumento aos Pracinhas, localizado no Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro, foi construído entre 1957 e 1960 e projetado pelos arquitetos Marcos Konder Netto e Hélio Ribas. O conjunto é integrado por três obras: uma escultura de metal homenageando a força aérea brasileira, outra em granito que homenageia os pracinhas das três armas e um painel de azulejos destacando os combatentes e os civis que morreram em operações navais. Simbolicamente, o Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial, estiliza duas palmeiras amparando mãos que levam até o céu nossos pracinhas mortos em combate, cujos 468 túmulos se localizam no subsolo.
Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro – AM
Ainda hoje no Brasil, um sistema agrícola é capaz de determinar a organização social de etnias e permite, inclusive, um mapeamento das línguas e costumes. Em linhas gerais, esse é o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro, entendido como um conjunto formado por elementos interdependentes, como as plantas cultivadas, os espaços, as redes sociais, a cultura material, os sistemas alimentares, os saberes, as normas e os direitos. O cultivo da mandioca brava (manihot esculenta) é a base desse sistema que reúne os mais de 22 povos indígenas que vivem ao longo do Rio Negro, em um território que abrange os municípios de Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, até a fronteira do Brasil com a Colômbia e a Venezuela.
Ritual Yaokwa do Povo Indígena Enawene Nawe
O Ritual Yaokwa é a mais longa e importante celebração realizada por esse povo indígena, atualmente uma população em torno de 540 indivíduos que vivem em uma única aldeia, na terra Enawene Nawe uma área de 742 mil hectares, homologada e registrada, localizada numa região de transição entre o cerrado e a floresta Amazônica, no estado do Mato Grosso. Com duração de sete meses, este ritual define o início do calendário ecológico-ritual Enawene que abrange as estações seca e chuvosa de um ciclo anual marcado pela realização de mais três rituais: Lerohi, Salomã e Kateokõ. Parte fundamental do Yaokwa ocorre quando os homens saem para a pesca de barragem, construídas com sofisticadas armações que se configuram em elaboradas obras de engenharia, dispostas de uma margem à outra do rio. Este é o ponto alto do ritual que começa em janeiro, com a coleta das matérias-primas para a construção das barragens e com a colheita da mandioca.
X Mercado Cultural
De 26 de novembro a 05 de dezembro, a região do Médio Rio das Contas, no interior do Estado da Bahia, e Salvador, capital do Estado receberá a 10ª edição da Mercado Cultural, iniciativa que busca um aprofundamento da sua missão histórica de reflexão e ação, troca de experiências e difusão de ideias e projetos.
Com o tema Utopias para um futuro presente, o evento pretende promover a construção de espaços para o exercício da criatividade; a criação de momentos de convívio; o trabalho coletivo e participativo; o vínculo cooperativo entre comunidades de diversas regiões; a valorização da diversidade cultural e da biodiversidade; o respeito ao conhecimento e estéticas de diferentes culturas; o diálogo entre a tradição e a contemporaneidade; e a ênfase na educação e nos processos de crescimento de indivíduos e grupos através do trabalho em rede.
A programação reúne mostras artísticas, incluindo música, dança, teatro, artes visuais conferências, encontros, workshops e a Feira de Artes, Artesanatos e Projetos. O evento recebe participantes de diversas partes do mundo, interessados em conhecer uma produção autoral de alta qualidade e discutir as novas perspectivas culturais. A ideia central é a de promover a diversidade cultural apresentando uma seleção qualificada e facilitando a sua visibilidade e distribuição. Entre os artistas participantes, podemos citar, Titane (MG), Tulipa Ruiz (SP), Egberto Gismonti e a Orquestra Pro-Arte (RJ), Baiana System (BA), Tigana (BA), Dj Tudo (SP), Carmen Souza (Cabo Verde), Noreum Machi (Coréia), Matthias Loibner(Austria), Oudaden (Marrocos) e Coetus (Espanha).
Dando sequência a edição anterior, o Mercado amplia suas atividades a outros espaços e lugares, visando o incentivo e a divulgação da produção artístico-cultural. Saberes e fazeres da cultura popular estarão dialogando com metodologias de diversas origens e nacionalidades, compondo um sofisticado currículo vivo, embasando as ações presentes e futuras do Mercado Cultural.
O projeto já iniciou no interior da Bahia, nos dias 26, 27 e 28 de novembro, no município de Ibirataia com apresentação de grupos regionais, nacionais e internacionais. Segue em caravana por outros municípios (Boa Nova e Vitoria da Conquista) e chega a Salvador no período de 02 a 05 de dezembro num encontro internacional, com conferências e espetáculos. A circulação nacional acontece no Rio de Janeiro e São Paulo, no período entre 07 e 08 de dezembro.
Na passagem pelo interior da Bahia, os participantes poderão vivenciar experiências de trabalho coletivo como a acolhida comunitária, que propõem a hospedagem em casas de família, onde grupos de trabalho reunindo indivíduos e associações se somaram na organização das feiras, mostras artísticas, exposições, trilhas ecológicas, como parte do processo de construção de um plano de gestão participativa para a região.
Expositores e participantes interessados ainda podem se inscrever preenchendo a ficha de inscrição on-line, ou, se preferir, enviar os dados do formulário para o endereço de e-mail feira@mercadocultural.org até o dia 15 de novembro de 2010 para expositores. Da mesma forma as inscrições para participantes poderão ser feitas através formulário ou/e também na abertura do evento dia 02 de novembro de 2010 no próprio foyer do Teatro Castro Alves. A reserva dos expositores será confirmada até dia 20 de novembro por e-mail. Para mais informações, acesse http://www.mercadocultural.org/
Com o tema Utopias para um futuro presente, o evento pretende promover a construção de espaços para o exercício da criatividade; a criação de momentos de convívio; o trabalho coletivo e participativo; o vínculo cooperativo entre comunidades de diversas regiões; a valorização da diversidade cultural e da biodiversidade; o respeito ao conhecimento e estéticas de diferentes culturas; o diálogo entre a tradição e a contemporaneidade; e a ênfase na educação e nos processos de crescimento de indivíduos e grupos através do trabalho em rede.
A programação reúne mostras artísticas, incluindo música, dança, teatro, artes visuais conferências, encontros, workshops e a Feira de Artes, Artesanatos e Projetos. O evento recebe participantes de diversas partes do mundo, interessados em conhecer uma produção autoral de alta qualidade e discutir as novas perspectivas culturais. A ideia central é a de promover a diversidade cultural apresentando uma seleção qualificada e facilitando a sua visibilidade e distribuição. Entre os artistas participantes, podemos citar, Titane (MG), Tulipa Ruiz (SP), Egberto Gismonti e a Orquestra Pro-Arte (RJ), Baiana System (BA), Tigana (BA), Dj Tudo (SP), Carmen Souza (Cabo Verde), Noreum Machi (Coréia), Matthias Loibner(Austria), Oudaden (Marrocos) e Coetus (Espanha).
Dando sequência a edição anterior, o Mercado amplia suas atividades a outros espaços e lugares, visando o incentivo e a divulgação da produção artístico-cultural. Saberes e fazeres da cultura popular estarão dialogando com metodologias de diversas origens e nacionalidades, compondo um sofisticado currículo vivo, embasando as ações presentes e futuras do Mercado Cultural.
O projeto já iniciou no interior da Bahia, nos dias 26, 27 e 28 de novembro, no município de Ibirataia com apresentação de grupos regionais, nacionais e internacionais. Segue em caravana por outros municípios (Boa Nova e Vitoria da Conquista) e chega a Salvador no período de 02 a 05 de dezembro num encontro internacional, com conferências e espetáculos. A circulação nacional acontece no Rio de Janeiro e São Paulo, no período entre 07 e 08 de dezembro.
Na passagem pelo interior da Bahia, os participantes poderão vivenciar experiências de trabalho coletivo como a acolhida comunitária, que propõem a hospedagem em casas de família, onde grupos de trabalho reunindo indivíduos e associações se somaram na organização das feiras, mostras artísticas, exposições, trilhas ecológicas, como parte do processo de construção de um plano de gestão participativa para a região.
Expositores e participantes interessados ainda podem se inscrever preenchendo a ficha de inscrição on-line, ou, se preferir, enviar os dados do formulário para o endereço de e-mail feira@mercadocultural.org até o dia 15 de novembro de 2010 para expositores. Da mesma forma as inscrições para participantes poderão ser feitas através formulário ou/e também na abertura do evento dia 02 de novembro de 2010 no próprio foyer do Teatro Castro Alves. A reserva dos expositores será confirmada até dia 20 de novembro por e-mail. Para mais informações, acesse http://www.mercadocultural.org/
Ministério da Cultura só repassará verbas a municípios com bibliotecas
Ministério quer garantir que prefeitos invistam na manutenção das bibliotecas
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, afirmou nesta que somente municípios que mantenham bibliotecas públicas terão direito de receber verbas do ministério. A medida será detalhada por meio de portaria ministerial a ser editada ainda este ano e objetiva garantir que os prefeitos invistam na manutenção das bibliotecas.
“O Brasil já zerou o número de municípios sem bibliotecas, mas elas acabam fechadas, porque os prefeitos não acham relevante pagar duas bibliotecárias e três funcionários”, disse o ministro. Por isso, segundo ele, o governo vai elaborar uma portaria que exigirá que os municípios tenham um biblioteca pública, caso contrário não terão direito a recursos federais.
“Já zeramos o déficit de bibliotecas por duas vezes, mas quando pesquisamos vimos que há mais de 100 municípios que fecharam os espaços”, destacou o ministro, durante a solenidade de comemoração dos 200 anos da Biblioteca Nacional no Rio.
O presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Muniz Sodré, afirmou que só nos últimos quatro anos foram implantadas 1.856 bibliotecas em municípios brasileiros, cada uma com 2 mil livros, além de computador e programa específico.
Muniz comemorou o repasse de R$ 31,7 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para investimentos no centenário prédio da biblioteca – construído no centro do Rio 100 anos depois de sua fundação -, incluindo elevadores, cobertura e loja temática.
Também será reformado um imóvel na região portuária, onde funcionará a hemeroteca, setor dedicado ao arquivamento e consulta de jornais, documentos e revistas. No local, que abrigará 3,5 milhões de documentos, haverá uma biblioteca popular para os moradores dos bairros da Saúde e da Gamboa.
A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência e Tecnologia, fez um aporte de outros R$ 6 milhões para aumentar a capacidade de digitalização de documentos da Biblioteca Nacional, permitindo o acesso remoto às informações em qualquer parte do país e do mundo a estudantes e pesquisadores.
“A grande questão é a democratização da cultura. A biblioteca tem se aberto por meio da digitalização, que gera mais de um milhão de acessos por mês, enquanto que o número de visitantes mensais ao prédio é de 15 mil. A ideia é tornar isso aqui num centro de atração no Rio de Janeiro, não só com livros, mas também com vídeos, computadores e imagens”, afirmou Muniz.
A Biblioteca Nacional foi criada com a vinda da família real, em 1808, a partir de um acervo de 60 mil peças. Funcionou incialmente em uma sala do Hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, na atual Rua Primeiro de Março. Em 29 de outubro de 1810, um decreto do Príncipe Regente determinou que o local acomodasse a Real Biblioteca, aberta ao público em 1814.
Exatamente 100 anos depois, em 29 de outubro de 1910, foi inaugurado o atual prédio da Biblioteca Nacional, que hoje possui um acervo de nove milhões de obras, sendo considerada a oitava instituição no mundo em número de documentos.
Fonte: Agência Brasil
29/10/2010 22:33
O ministro da Cultura, Juca Ferreira, afirmou nesta que somente municípios que mantenham bibliotecas públicas terão direito de receber verbas do ministério. A medida será detalhada por meio de portaria ministerial a ser editada ainda este ano e objetiva garantir que os prefeitos invistam na manutenção das bibliotecas.
“O Brasil já zerou o número de municípios sem bibliotecas, mas elas acabam fechadas, porque os prefeitos não acham relevante pagar duas bibliotecárias e três funcionários”, disse o ministro. Por isso, segundo ele, o governo vai elaborar uma portaria que exigirá que os municípios tenham um biblioteca pública, caso contrário não terão direito a recursos federais.
“Já zeramos o déficit de bibliotecas por duas vezes, mas quando pesquisamos vimos que há mais de 100 municípios que fecharam os espaços”, destacou o ministro, durante a solenidade de comemoração dos 200 anos da Biblioteca Nacional no Rio.
O presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Muniz Sodré, afirmou que só nos últimos quatro anos foram implantadas 1.856 bibliotecas em municípios brasileiros, cada uma com 2 mil livros, além de computador e programa específico.
Muniz comemorou o repasse de R$ 31,7 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para investimentos no centenário prédio da biblioteca – construído no centro do Rio 100 anos depois de sua fundação -, incluindo elevadores, cobertura e loja temática.
Também será reformado um imóvel na região portuária, onde funcionará a hemeroteca, setor dedicado ao arquivamento e consulta de jornais, documentos e revistas. No local, que abrigará 3,5 milhões de documentos, haverá uma biblioteca popular para os moradores dos bairros da Saúde e da Gamboa.
A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério da Ciência e Tecnologia, fez um aporte de outros R$ 6 milhões para aumentar a capacidade de digitalização de documentos da Biblioteca Nacional, permitindo o acesso remoto às informações em qualquer parte do país e do mundo a estudantes e pesquisadores.
“A grande questão é a democratização da cultura. A biblioteca tem se aberto por meio da digitalização, que gera mais de um milhão de acessos por mês, enquanto que o número de visitantes mensais ao prédio é de 15 mil. A ideia é tornar isso aqui num centro de atração no Rio de Janeiro, não só com livros, mas também com vídeos, computadores e imagens”, afirmou Muniz.
A Biblioteca Nacional foi criada com a vinda da família real, em 1808, a partir de um acervo de 60 mil peças. Funcionou incialmente em uma sala do Hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, na atual Rua Primeiro de Março. Em 29 de outubro de 1810, um decreto do Príncipe Regente determinou que o local acomodasse a Real Biblioteca, aberta ao público em 1814.
Exatamente 100 anos depois, em 29 de outubro de 1910, foi inaugurado o atual prédio da Biblioteca Nacional, que hoje possui um acervo de nove milhões de obras, sendo considerada a oitava instituição no mundo em número de documentos.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Cineteatro Paripueira exibe neste domingo, dia 17, o filme Madame Satã
O Cineteatro Paripueira exibirá neste domingo (17) o filme “Madame Satã”, que tem como protagonista o ator Lázaro Ramos, a partir das 19h, com entrada gratuita. O projeto Cineteatro Paripueira é uma iniciativa da Associação Comunitária e Beneficente Vila Ana Maria (ABEVILA), ONG localizada na cidade de Paripueira, no litoral norte de Alagoas, próximo a Maceió.
O Cineteatro Paripueira foi um dos contemplados no edital Cine Mais Cultura oferecido pelo Ministério da Cultura, com acompanhamento da Secretaria de Estado da Cultura e é fruto de uma parceria entre a Sociedade Amigos da Cinemateca – SAC, com o Ministério da Cultura, para realização de ações do “PROGRAMA MAIS CULTURA” e tem por objetivo deste, o apoio às atividades regulares de exibição audiovisual sem fins lucrativos bem como o incentivo ao surgimento e a consolidação de iniciativas de mesma natureza, como a formação de cineclubes.
O Cineteatro Paripueira leva à população, além do cinema, muitas outras manifestações artísticas como o teatro, dança e a música, com o intuito de aproximar a população de Paripueira desta produção cultural, principalmente à produção de vídeos, documentários, espetáculos de dança, música ou teatro que tanto cresce em Alagoas.
O filme desta semana será Madame Satã que faz parte da seleção feita pela Programadora Brasil.
Sinopse:
Rio de Janeiro, 1932. No bairro da Lapa vive encarcerado na prisão João Francisco (Lázaro Ramos), artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos. Após deixar o cárcere, João passa a viver com Laurita (Marcélia Cartaxo), prostituta e sua "esposa"; Firmina, a filha de Laurita; Tabu (Flávio Bauraqui), seu cúmplice; Renatinho (Felippe Marques), sem amante e também traidor; e ainda Amador (Emiliano Queiroz), dono do bar Danúbio Azul. É neste ambiente que João Francisco irá se transformar no mito Madame Satã, nome retirado do filme.
Serviço:
Cineteatro Paripueira
Filme: Madame Satã
Dia: Domingo, 17 de outubro
No Paripueira Praia Clube
Horário: 19h
Entrada gratuita
Informações: (82) 9306-9894
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Espetáculo Oní Xé a Áwuré estreou lotando Teatro Deodoro
Oní Xé a Áwuré estreou neste domingo e a festa foi até a Praça Deodoro
Já na terça (12) estará na Praça Santa Tereza, na Ponta Grossa
A estreia do espetáculo Oní Xé a Áwuré lotou no último domingo (10) o Teatro Deodoro com uma apresentação que emocionou a todos, sendo ovacionado ao final com uma grande confraternização entre os artistas e o público estendendo-se até a Praça Deodoro, deixando os jovens do elenco visivelmente emocionados e felizes. “Foi maravilhoso... quando o público começou a aplaudir antes mesmo do espetáculo chegar ao fim.. me senti muito emocionada.”, observou a jovem Priscila Graciele, uma das dançarinas do espetáculo.
Dirigido pelo dançarino, professor e coreógrafo Edu Passos o espetáculo, baseado na Lenda de Oxalufã, transcrita por Pierre Verger, é formado por jovens das escolas públicas de nossa capital, Alberto Torres, do bairro do Bebedouro e a Escola Estadual Professor Theonilo Gama, situada no bairro do Jacintinho, teve origem no projeto “Dança Afro-Brasileira nas escolas” premiado, pelo Ministério da Cultura, com o I Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras, sendo o único na região nordeste, e que consistiu na realização de oficinas de dança afro onde aproximadamente 60 jovens frequentaram no período de maio a julho, e desde agosto vem acontecendo os ensaios para a montagem do espetáculo. No elenco estão 22 jovens.
A estreia no Teatro Deodoro foi o primeiro espetáculo no teatro após sua reabertura e mobilizou um grande número de pessoas, tanto que os convites chegaram ao fim, cinco dias antes. Mas quem não pôde ir ao Deodoro tem mais 5 oportunidades gratuitas de assisti-lo, já que o espetáculo, com duração média de 50 minutos, possui formato que se adapta a lugares abertos nas comunidades periféricas que tem difícil acesso aos equipamentos culturais ou até mesmo nunca tiveram a oportunidade de assistir a um espetáculo de dança. A maratona começa já a partir desta terça, 12 de outubro, Dia das Crianças, onde o grupo se apresentará na Praça Santa Tereza, na Ponta Grossa.
Edu Passos, que com 30 anos de carreira na arte da dança, mineiro, radicado em Alagoas, teve origem seu projeto O projeto concorreu na categoria dança, com 120 inscritos, que disputavam os prêmios de R$ 80 mil reais. Ao todo foram distribuídos R$ 1.100.000,00 para 20 projetos de três categorias artísticas com estética negra contempladas nesta edição: teatro, dança e artes visuais. O prêmio é uma iniciativa do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves (Cadon) e da Fundação Cultural Palmares, com patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura.
As oficinas tiveram como objetivo geral aproximar os participantes da linguagem artística da dança, trabalhando a expressão corporal e, como específico, formar multiplicadores para o ensino da dança afro-brasileira e teve sua metodologia baseada na relação entre a prática da dança e o processo reflexivo sobre o fazer. As aulas sempre foram intercaladas com leitura de textos e discussões provocadas pela Professora/Ms. Nadir Nóbrega, que é a Coordenadora Pedagógica do projeto e Diretora Cênica do espetáculo.
“Estamos muito felizes por esta receptividade, pois o espetáculo com o título de ONÍ XÉ A ÀWÚRE (Senhor que faz com que tenhamos boa sorte), baseado na Lenda de Oxalufã, transcrita por Pierre Verger, teve como preocupação montar o espetáculo na contemporaneidade... contando a lenda da história de Oxalufã (Oxalá), que queria visitar seu filho Xangô. Oxalá consulta o seu Babalaô, que diz para ele, que não era uma época boa para ele fazer aquela viagem, pois se fizesse ia lhe acontecer vários incidentes durante a viagem. Oxalá que era teimoso faz a viagem e acontecem vários aborrecimentos durante o percurso e ele acaba sendo preso no Palácio do seu próprio filho, Xangô. Xangô em uma consulta com o seu Babalaô, descobre que o homem que está preso no seu Palácio é seu pai, ele ordena que o soltem e prepara uma grande festa para Oxalá”, explica Edu Passos, que foi basatante parabenizado na noite de estreia.
O espetáculo conta com as participações do cantor Igbonan Rocha, além dos músicos Denivan Costa, Paulinho Keita, Roberi Verçosa, Cristiano Borge e Thiago Felipe.
Serviço:
Espetáculo Oní Xé a Àwúre
Baseada na lenda de Oxalufã, transcrita por Pierre Verger
Resultado do projeto “Dança Afro-Brasileira nas escolas” premiado com o I Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras
Apresentações em praça pública:
- Apresentação dia 12 de outubro, (terça) na Praça Santa Tereza, na Ponta Grossa
- Apresentação dia 23 de outubro, (sábado) na Praça Lucena Maranhão, em Bebedouro
- Apresentação dia 29 de outubro, (sexta) no projeto Mirante Cultural, no Jacintinho
- Apresentação dia 30 de outubro, (sábado) no Alto do bairro de Ipioca
- Apresentação dia 06 de novembro, (sábado), na Praça Sebastião Elias (vizinho à Companhia da PM) no Clima Bom.
Todas as apresentações acontecerão às 20 horas.
Realização: Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo dos Santos Neves (Cadon)
Parceria: Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e Fundação Cultural Palmares
Patrocínio: Petrobras através da Lei Rouanet (Lei de Incentivo à Cultura), do Ministério da Cultura
Informações: (82) 9971-4281 / 3032-0489.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Neste domingo (10) Cineteatro Paripueira exibe filme em homenagem ao Dia das Crianças
A Associação Comunitária e Beneficente Vila Ana Maria (ABEVILA), ONG localizada na cidade de Paripueira, no litoral norte de Alagoas, próximo a Maceió, exibirá no próximo domingo (10) no projeto Cineteatro Paripueira o filme “A Era do Gelo 3” em homenagem ao Dia das Crianças, com entrada gratuita, a partir das 19h, no Paripueira Praia Clube.
O Cineteatro Paripueira foi um dos contemplados no edital Cine Mais Cultura oferecido pelo Ministério da Cultura, com acompanhamento da Secretaria de Estado da Cultura e é fruto de uma parceria entre a Sociedade Amigos da Cinemateca – SAC, com o Ministério da Cultura, para realização de ações do “PROGRAMA MAIS CULTURA” e tem por objetivo deste, o apoio às atividades regulares de exibição audiovisual sem fins lucrativos bem como o incentivo ao surgimento e a consolidação de iniciativas de mesma natureza, como a formação de cineclubes.
O Cineteatro Paripueira acontece todos os domingos, no Paripueira Praia Clube e leva à população, além do cinema, muitas outras manifestações artísticas como o teatro, dança e a música, com o intuito de aproximar a população de Paripueira desta produção cultural, principalmente à produção de vídeos, documentários, espetáculos de dança, música ou teatro que tanto cresce em Alagoas.
Para esta edição especial do Dia das Crianças, serão distribuídos pipoca, pirulitos e sorteio de brinquedos, tudo arrecadado junto a comerciantes locais.
O filme desta semana será A Era do Gelo 3.
Sinopse:
Em A ERA DO GELO 3, Scrat continua tentando agarrar a noz fujona e nesse processo talvez encontre o verdadeiro amor; Manny e Ellie esperam o nascimento de seu mini-mamute; a preguiça Sid forma sua própria família adotiva seqüestrando alguns ovos de dinossauro; e Diego, o tigre dentes-de-sabre, se pergunta se não está ficando “mole” demais devido à convivência com seus amigos. Em uma missão para resgatar o azarado Sid, a turma se aventura em uma nova era, onde a fauna e a flora são diferentes. Neste local, dão de cara com dinossauros, lutam contra plantas carnívoras de fúria assassina – e conhecem uma incansável doninha de um olho só, caçadora de dinossauros, chamada Buck.
O longa será dublado no Brasil por Diego Vilela (Manny), Tadeu Mello (Sid), Márcio Garcia (Diego) e Claudia Jimenez (Ellie).
O filme volta a acompanhar Manny, Sid e Diego em uma nova aventura, com novos personagens. Carlos Saldanha, o brasileiro que co-dirigiu o primeiro filme e dirigiu o segundo, volta a comandar o terceiro.
Serviço:
Cineteatro Paripueira
Filme: A Era do gelo 3
Dia: Domingo, 10 de outubro
No Paripueira Praia Clube
Horário: 19h
Entrada gratuita
Informações: (82) 9306-9894
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